quinta-feira, 15 de maio de 2014

Prova do 1º bimestre 8º ano

A Culpa é das Estrelas -  John Green   - Capítulo QUATRO
Deitei cedo aquela noite, depois de trocar de roupa, colocar um short, uma camiseta e me enfiar debaixo das cobertas na minha cama de casal enorme, cheia de travesseiros — de todos os lugares no mundo, o meu preferido. Então comecei a ler Uma aflição imperial pela milionésima vez.
UAI é sobre uma menina chamada Anna e sua mãe de um olho só —uma paisagista obcecada por tulipas. As duas levam uma vida típica de classe média baixa numa cidadezinha da Califórnia, até que um dia a Anna é diagnosticada com um tipo raro de leucemia.
 Mas esta não é uma história de câncer, porque livros assim são um horror. Tipo, em livros com histórias de câncer, a pessoa que tem o câncer abre uma instituição de caridade para arrecadar dinheiro e ajudar na pesquisa da cura da doença, certo? E o comprometimento com a caridade faz com que essa pessoa seja relembrada da bondade inerente ao ser humano, e se sinta amada e encorajada porque deixará um legado para a erradicação do câncer. Mas, no UAI, a Anna resolve que ser uma pessoa com câncer que abre uma instituição de caridade para ajudar nas pesquisas da própria doença é um tanto narcisista, então monta uma instituição chamada Fundação Anna para Pessoas com Câncer que Querem Curar o Cólera.
Além disso, a Anna é honesta em todos os aspectos, de um jeito que ninguém mais é de verdade: durante todo o livro ela se refere a si mesma como um efeito colateral, o que está absolutamente certo. Crianças com câncer são, no fundo, efeitos colaterais da mutação incessante que tornou a diversidade da vida na face da Terra possível. Aí, no decorrer da história, ela adoece ainda mais, a doença e os tratamentos competindo para ver quem a mata primeiro, e a mãe se apaixona por um vendedor de tulipas holandês que a Anna chama de o Homem das Tulipas Holandês. O Homem das Tulipas Holandês tem muito dinheiro e ideias bastante excêntricas a respeito de como tratar o câncer, mas a Anna acha que esse cara pode ser um vigarista e que talvez não seja nem mesmo holandês, e aí, no momento em que o provável holandês e a mãe dela estão prestes a se casar, e Anna está à beira de iniciar um novo tratamento doido envolvendo grama de trigo e pequenas doses de arsênico, o livro termina bem no meio de uma.
Sei que essa é uma decisão bastante literária, e tal, e muito provavelmente parte do motivo pelo qual eu amo tanto esse livro, mas há um certo atrativo nas histórias que terminam. E se não dá para terem um fim, então pelo menos deveriam continuar indefinidamente, como as aventuras do pelotão do Sargento Max Mayhem.
Entendi que a história acabou  porque a Anna morreu ou ficou tão mal que não conseguiu mais escrever, e que essa coisa de interromper a frase no meio pretendia refletir o modo como a vida acaba de verdade, e sei lá o quê, mas havia outros personagens além da Anna, e parecia injusto eu não poder saber o que aconteceu com eles. Escrevi, por intermédio do editor dele, várias cartas para o Peter Van Houten, cada uma pedindo respostas para perguntas relativas ao que acontece após o término do livro: se o  Homem das Tulipas Holandês é um vigarista, se a mãe da Anna acaba se casando com ele, o que acontece com o hamster da Anna (que a mãe odeia), se os amigos da Anna concluem o ensino médio essas coisas.
 Mas ele nunca respondeu a nenhuma das minhas cartas.  (...)
Enquanto lia o livro aquela noite, de vez em quando me distraía ao imaginar o Augustus Waters lendo as mesmas palavras que eu. Será que estava gostando, ou tinha parado no meio por achar o livro pretensioso? Aí me lembrei da promessa que fiz de ligar para ele assim que terminasse O preço do alvorecer, então peguei o número do telefone na primeira página do livro e mandei um torpedo para ele.
Opinião sobre O preço do alvorecer: muitos corpos. Quantidade insuficiente de adjetivos. Como vai o UAI?
Ele respondeu um minuto depois:
- Se lembro bem, você prometeu me LIGAR quando terminasse de ler o livro, e não me mandar um SMS.
Aí eu liguei.

— Hazel Grace — ele disse ao atender.
 — Você leu tudo?
 — Não acabei ainda. O livro tem seiscentas e cinquenta e uma páginas e eu só tive vinte e quatro horas.
 — Até onde chegou?
 — Página quatrocentos e cinquenta e três.
 — E?
 — Nada de opiniões antes do fim. Mas tenho de admitir que estou meio envergonhado de ter dado O preço do alvorecer para você ler.
 — Não fique. Já estou no Réquiem para Mayhem.
 — Um acréscimo brilhante à série. Então tá, me diga, o cara das tulipas é um vigarista ou não é?
  Estou tendo um mau pressentimento com relação a ele.
 — Nada de estragar o suspense — eu disse.
 — Se ele for qualquer coisa diferente de um completo cavalheiro, vou arrancar os olhos dele fora.
 — Então você está gostando do livro.
 — Nada de opiniões antes do fim! Quando posso ver você?
 — Com certeza, não até terminar Uma aflição imperial. — Eu adorava fazer jogo duro.
 — Então é melhor eu desligar e começar a ler.
 — Melhor mesmo — falei, e o telefonema acabou ali.
 Paquerar era uma coisa nova para mim, mas eu estava gostando. (...)
1.      Identifique a figura de linguagem presente na frase: “Então comecei a ler Uma aflição imperial pela milionésima vez.”
a)       Metáfora
b)      Comparação
c)      Hipérbole
d)     Eufemismo

2.      Assinale a alternativa que indica o correto foco narrativo do fragmento anterior:
a)     
b)     
c)     
d)    

3.      Assinale a alternativa  que indica o tipo de narrador do fragmento anterior
a)      Protagonista
b)      Testemunha
c)      Observador
d)     Onisciente

O FIM DO MUNDO (Parte I) – A Menina que roubava livros

Mais uma vez, ofereço-lhe um vislumbre do fim. Talvez seja para abrandar o golpe que virá depois, ou para me preparar melhor para contá-lo. Seja como for, devo informar-lhe que chovia na Rua Himmel quando o mundo acabou para Liesel Meminger.
O céu gotejava.
Como uma torneira que uma criança fez todo o possível para fechar, mas não conseguiu. As primeiras gotas foram frias. Senti-as nas mãos, ao parar na porta de Frau Diller.

Lá no alto, eu os escutava.
Através do céu nublado, levantei os olhos e vi os aviões destruidores. Vi suas barrigas abertas e as bombas displicentemente lançadas. Erraram o alvo, é claro. Era frequente errarem o alvo.
(.....)
Por último, os Hubermann.
Hans.
O papai.
Era alto na cama, e vi a prata por entre suas pálpebras. Sua alma sentou-se. Veio a meu encontro. As almas desse tipo sempre o fazem — as melhores. As que se levantam e dizem: "Sei quem você é e estou pronta. Não que eu queira ir, é claro, mas irei." Essas almas são sempre leves, porque um número maior delas foi dispensado. Um número maior delas já encontrou o caminho para outros lugares. Essa foi despachada pelo sopro de um acordeão, pelo estranho sabor do champanhe no verão e pela arte de cumprir promessas. Ele deitou em meus braços e descansou. Houve um pulmão comichando por um último cigarro, e uma imensa atração magnética pelo porão, pela menina que era sua filha e estava escrevendo um livro lá embaixo, um livro que um dia ele esperava ler.
Liesel.
Foi o que sua alma sussurrou quando o carreguei. Mas não havia Liesel naquela casa. Não para mim, pelo menos.
Para mim, havia apenas Rosa e, sim, acho mesmo que a peguei no meio de um ronco, pois sua boca estava aberta e seus lábios rosados de papel ainda executavam o ato de se mexer.
4.      Indique o foco do texo anterior


a)     
b)     
c)     
d)    



5.      Assinale a alternativa  que indica o tipo de narrador do fragmento anterior
a)      Protagonista
b)      Testemunha
c)      Observador
d)     Onisciente

6.      Identifique a figura de linguagem presente na frase: “O céu gotejava.”
a)       Metáfora
b)      Comparação
c)      Hipérbole
d)     Personificação

7.      Identifique a figura de linguagem presente na frase: “O céu gotejava. Como uma torneira que uma criança fez todo o possível para fechar, mas não conseguiu.
a)       Metáfora
b)      Comparação
c)      Hipérbole
d)     Personificação
.
8.      Assinale a alternativa que indica o correto referente da expressão em destaque na frase a seguir: “As primeiras gotas foram frias. Senti-as nas mãos, ao parar na porta de Frau Diller.¨ O que sentiu?
a)      Frau Diller
b)      Frias
c)      Gotas
d)     Primeiras.

9.      Assinale a alternativa que indica o correto referente da expressão em destaque na frase a seguir: “Lá no alto, eu os escutava.¨ O  que escutava?
a)      As gotas
b)      Os aviões
c)      Os Hubermann
d)     Liesel

10.  Identifique a figura de linguagem presente na frase: “seu corpo de guarda-roupa se levantara com o pulsar de seu coração
a)       Metáfora
b)      Comparação
c)      Hipérbole
d)     Eufemismo

Texto 3.  Em março de 2010, a Academia Brasileira de Letras, inspirada pelo serviço de microblogs Twitter, lançou um concurso literário de microcontos com até 140 caracteres. O microconto vencedor foi:
 “Toda terça ia ao dentista e voltava ensolarada. Contaram ao marido sem a menor anestesia. Foi achada numa quarta, sumariamente anoitecida.” (Bibiana Silveira Da Pieve)
Fonte: Site da ABL. Disponível em: http://www2.academia.org.br/abl/cgi/cgilua. Acesso: 21 dez. 2012.
11.   No microconto acima, os efeitos de sentido do texto dependem do reconhecimento de um uso da linguagem com predomínio de:
a) conotação.
b) lirismo.
c) denotação.
d) objetividade.


12.  O significado de ensolarada e anoitecida são respectivamente:
a) bronzeada – pintada de preto
b) alegre – morta
c) morta – alegre
d)  morta – bronzeada

13.   Assinale a alternativa que indica o correto foco narrativo do fragmento anterior:
a)     
b)     
c)     
d)    

14.   Assinale a alternativa  que indica o tipo de narrador do fragmento anterior
a)      Protagonista
b)      Testemunha
c)      Observador
d)     Onisciente
Texto 4
  “Pues, diz que o divã no consultório do analista de Bagé é forrado com um pelego. Ele recebe os pacientes de bombacha e pé no chão. Buenas. Vá entrando e se abanque, índio velho.
— O senhor quer que eu deite logo no divã?
— Bom, se o amigo quiser dançar uma marcha, antes, esteja a gosto. Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro.
 (Luís Fernando Veríssimo, O Analista de Bagé)
15 . “Pues, diz que o divã no consultório do analista de Bagé é forrado com um pelego. Ele recebe os pacientes de bombacha e pé no chão. Buenas.  O pronome pessoal do caso reto ele em destaque na frase se refere a:
a)      Divã
b)      Pelego
c)      Analista de Bagé
d)     Pacientes.

16.  Assinale a alternativa que indica a figura de linguagem presente na frase posterior:“ Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro”.
a)      Metáfora
b)      Comparação
c)      Hipérbole
d)     Personificação

17.  Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro.”   Se  quiséssemos substituir a conjunção em destaque por outra de igual sentido usaríamos:
a)      Logo
b)      Porém
c)      Pois
d)     Portanto

18.  Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro. Assinale a alternativa que indica a ideia introduzida pela  conjunção em destaque:
a)      Adição
b)      Oposição
c)      Conclusão
d)     Explicação

19.   O travessão do 3º parágrafo indica a fala:
a)      Do analista
b)      Do paciente
c)      Da Lindaura
d)     De um passante(transeunte)

20.  Na fala: — Bom, se o amigo quiser dançar uma marcha, antes, esteja a gosto. Mas eu prefiro ver o vivente estendido e charlando que nem china da fronteira, pra não perder tempo nem dinheiro.”  Podemos identificar a variante linguística:
a)      Social
b)      Histórica
c)      Regional
d)     Situacional.

21.  Texto 5
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu.
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo, então, que cresceu.

(Roda Viva - Chico Buarque)

Na(s) questão(ões) a seguir julgue os itens  verdadeiro ou falso e depois assinale a alternativa que corresponde a resposta correta
I.                   (   ) A expressão "a gente" é uma forma característica da linguagem coloquial para substituir o pronome "nós".
II.                (     ) O uso do verbo "ter" em lugar de "haver" e a supressão da preposição "em" junto ao relativo são marcas da oralidade no texto.
III.             (     ) A modalidade oral e o registro coloquial envolvem o ouvinte-leitor numa relação de familiaridade.
a)      Se somente as alternativas I e II estiverem corretas
b)      Se somente as alternativas I e III estiverem corretas
c)      Se somente as alternativas II estiver correta
d)     Se todas as alternativas estiverem corretas.

Texto 6
Aos dezoito anos pai Norato deu uma facada num rapaz, num adjutório, e abriu o pé no mundo. Nunca mais ninguém botou os olhos em riba dele, afora o afilhado.
— Padrinho, evim cá chamá o sinhô pra mode i morá mais eu.
— Quá,flo, esse caco de gente num sai daqui mais não.
— Bamo. Buli gente num bole, mais bicho... O sinhô anda perrengado... (Bernardo Élis, Pai Norato)

22.   Pela leitura da frase : “Aos dezoito anos pai Norato deu uma facada num rapaz, num adjutório, e abriu o pé no mundo” percebemos que ela está em linguagem:
a)      Denotativa
b)      Conotativa

23.  Pela leitura do texto percebemos que as personagens empregam a variante linguística que representa as pessoas de pouca instrução.  Essa variante é........................................... e a linguagem empregada é..................... .
a)      Social - popular
b)      Histórica - padrão
c)      Regional - popular
d)     Situacional.- internetês

Texto 9
Pareço, logo existo - MARTHA MEDEIROS  - ZERO HORA - 21/09/11

         Foi-se o tempo em que a disputa se resumia ao clássico Ser x Ter. Dizem que ninguém mais dá a mínima para o que é, só para o que tem. Exagero. As pessoas ainda se preocupam com o que são. O problema é que não gostam do que são. Gostariam de ser outra coisa. E aí entra o verbo que está no topo das paradas hoje em dia: parecer.
Tem gente que quer parecer rica, e adota um padrão de vida que não condiz com a sua realidade. Pra manter a fachada de bem-nascida, acaba colecionando dívidas e queimando seu nome na praça. Nos eventos sociais, pode até ser a mais fotografada, mas para os comerciantes é bola preta na certa. A rica mais sem crédito das colunas.
 Tem aqueles que querem parecer mais bem relacionados do que são, e se enturmam, forçam intimidade e grudam feito chiclete em pessoas que mal conhecem, só para descolar um convite para uma festa, um show, uma estreia, qualquer lugar que projete.
 Os que querem parecer mais cultos do que são, você sabe, são aqueles que nunca foram além do prólogo do livro e é o que basta para olharem a ralé de cima para baixo, como se fossem portadores da sabedoria universal.
 Há os que querem parecer mais jovens do que são: bom, quem não gostaria? É uma dádiva parecer ter cinco anos menos, sem esforço. A genética é mais generosa com uns do que com outros. Há muito tempo que eu não tento mais adivinhar a idade de ninguém: sempre erro, já que todo mundo parece ter bem menos. Mas se você tem 56 e parece ter 56, não é caso para enfiar a cabeça dentro do forno.
 Os casos mais patéticos, no entanto, são os daquelas pessoas que querem parecer mais felizes do que são. O recurso adotado: mentem.
 O casamento delas está uma lua de mel, os filhos só dão alegrias, são muito requisitadas no trabalho, os amigos não param de telefonar, a vida tem sido um passeio num campo florido, e fica sem explicação aquele olhar melancólico, o sorriso forçado, a exaustão de ter que passar o falso entusiasmo adiante, como se não tivéssemos condições de perceber seu verdadeiro estado de ânimo, que é coisa que se transmite sem palavras. Ver alguém se esforçando para parecer feliz é das situações mais constrangedoras que se pode testemunhar.
 Está triste? Esteja! Não é rico, nem jovem, nem belo? Nem por isso ficará sozinho. Pessoas não se apaixonam por estereótipos, mas pela singularidade de cada um, pela capacidade de ser surpreendido, pela sedução que o inusitado provoca. Uma pessoa que se preocupa em “parecer” já está derrotada no primeiro minuto de jogo.
 Dá valor demais à opinião dos outros, não age conforme a própria vontade, não se assume do jeito que é, inventa personagens para si mesmo e acaba se perdendo justamente deste “si mesmo”, que fica órfão. Quer parecer mais inteligente? Comece admitindo que não sabe nada sobre nada e toque aqui: ninguém sabe.

2    23.    O título da crônica faz referência a uma frase de René Descartes, considerado o pai da Filosofia Moderna: “ Penso, logo existo”, atualizando a frase para: “Pareço, logo existo”  a autora dá a contemporaneidade um caráter de:
a)      Profundidade/veracidade
b)      Superficialidade/ironia
c)      Sabedoria/consumo
d)     Elegância/profundidade

2   24.   Essa referência em que um texto faz referência a outro recebe o nome de:
a)       ironia
b)       Intertextualidade/ parafrástica
c)      Intertextualidade / parodística
d)      Estilo


    25.  “As pessoas gostariam de ser outra coisa.”  No decorrer da crônica a autora cita vários exemplos.  Assinale a alternativa que não se constitui em exemplo do que as pessoas gostariam de parecer:
a)      Tem gente que quer parecer rica
b)      Os que querem parecer mais cultos do que são
c)      Há pessoas que gostam do que são
d)     Tem aqueles que querem parecer mais bem relacionados do que são

       26.  As pessoas ainda se preocupam com o que são. O problema é que não gostam do que são. A ideia que existe entre as frases é de:


a)      Adição
b)      Oposição
c)      Conclusão
d)     Alternância



.      27. Considerando a  ideia que existe entre as frases, poderíamos reescrevê-la substituindo o ponto pela conjunção:


a)      E
b)      Porém
c)      Logo
d)     Ou



    28 .   Assinale a alternativa que indica a correta figura de linguagem presente na frase a seguir: “E grudam feito chiclete em pessoas que mal conhecem”


a)      Comparação
b)      Hipérbole
c)      Metáfora
d)     Pleonasmo



3     29.  “As pessoas ainda se preocupam com o que são”. Assinale a alternativa que indica a correta leitura da expressão em destaque:


a)      As pessoas
b)      Aquilo
c)      Preocupam
d)     São



3     30.  Assinale a alternativa que indica a correta figura de linguagem presente na frase a seguir: “E é o que basta para olharem a ralé de cima para baixo, como se fossem portadores da sabedoria universal.”
a)      Comparação
b)      Hipérbole
c)      Metáfora
d)     Pleonasmo

3    31.  Assinale a alternativa que indica o fato que faz com as pessoas que querem ser cultas se sentirem superiores:
a)       Terem frequentado a escola
b)       Terem lido apenas o início de um livro
c)      Terem curso superior
d)      Terem muito dinheiro

3   32  .  Assinale a alternativa que indica a estratégia usada pelas pessoas que se dizem felizes
a)       A Mentira
b)      A ignorância

c)       O consumo

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